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Prefeito Carlos Monte faz resumo das ações de 2017 em Barras. Muitos avanços!


TEXTO E FOTOS: LONGAH.COM

Barras bateu o recorde histórico de construção de calçamentos. “Foram 30 mil metros na zona urbana. Isso nunca aconteceu antes", diz o prefeito.
Carlos Monte confere 'in loco' construção da estrada antes impossível de passar carro
O prefeito Carlos Monte fez um balanço do ano de 2017 em entrevista ao radialista Manoel Cordeiro.  Ele que encontrou uma prefeitura sucateada e com dívidas milionárias conseguiu concluir o ano no azul no que se refere ao pagamento de servidores.
“Foi preciso sangue no olho. Elegemos prioridades no sentido de fortalecer  a prestação de serviço à população. O Brasil passando por uma crise grave, acho que nos  saímos satisfatoriamente”, expõe o prefeito.
EXONERAÇÃO DE COMISSIONADOS – Ele falou sobre a exoneração de servidores no final de novembro que foi obrigado a fazer para atender recomendação do Tribunal de Contas do estado (TCE). “Muitas vezes é necessário tomar atitudes que são antipáticas. Faz parte das atribuições de um prefeito. É mais honesto dizer o que tem que ser dito do que dizer que vai fazer e não fazer. Já recebi nova recomendação do TCE, que acha que estamos gastando demais com pessoal. E olhe que eu não empreguei muita gente. As pessoas acham que a prefeitura tem o coação grande e que cabe todo mundo. Não adianta encher a prefeitura de comissionados e depois não poder pagar”, disse.
SANEAMENTO BÁSICO – O investimento em saneamento básico –  coleta de lixo, abastecimento de água e esgotamento sanitário – foi um dos grande destaques da atual gestão em 2017.
“Conseguimos resolver um problema histórico, que era o do lixo. Temos o local apropriado para destinar, coletado de forma apropriada, destinado de forma apropriada. Um verdadeiro avanço nesta política em Barras. Também estamos tirando a água suja das ruas. Nós estamos construindo 9 mil quilômetros de esgoto. São mais de 20% neste primeiro momento. Coisa nunca antes feita. Isso tem um impacto positivo muito grande no social e na saúde. Locais onde o esgoto ficava empoçado, já não fica mais. Tinham as fossas as fossas do hospital, a lama do mercado, que hoje são problemas do passado” sublinhou Carlos Monte.

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